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Letra F

FIM DO MUNDO
Ver Parusia.

FILISTEUS
Povo não-semita (cf. 1Sm 17,26 e nota), proveniente de Cáftor, ou Creta (Dt 2,23; Am 9,7). Invadiram a costa marítima de Canaã no séc. XII aC, pelo que depois esta região foi denominada Palestina. Oprimiram Israel na época dos juízes (Jz 14–16) e de Saul. Mas Davi os subjugou (2Sm 5,17-25). Com a divisão do reino (931 aC) tornaram-se praticamente independentes e no tempo dos Macabeus desapareceram como povo.

FILHOS
São a honra dos pais (Pr 17,6; Sl 128,3): devem ser educados (Pr 22,15; Eclo 22,3; cf. Mt 11,16-19; Ef 4,14; Gl 4,1s); devem honrar os pais (Ex 20,12; 21,17; Dt 27,16; Eclo 3,3; 7,27s); devem obedecer-lhes (Dt 21,18-21; Pr 1,8s; Eclo 3,7s; Lc 2,51; Ef 6,1-3; Cl 3,20); aceitar a correção (Pr 12,1; 13,1; Eclo 3,16; 20,5s; Lm 3,27; Hb 12,9); mostrar gratidão (Tb 4,4; 9,4; Pr 10,1; 23,22; Eclo 3,11s). Ver Adoção.

FILHO DO HOMEM
A expressão bíblica significa muitas vezes simplesmente homem, criatura pequena, frágil(Sl 8,5; 51,12; Jó 25,6). O profeta Ezequiel é chamado pelo Senhor de filho do homem, para acentuar a distância entre Deus e o homem (cf. Ez 2,1 e nota). Em Daniel a expressão indica os israelitas (cf. Dn 7,13 e nota), os santos do Altíssimo(7,18s). Para afastar as falsas esperanças de um messianismo político, Jesus aplicou esta expressão a si mesmo. Deste modo sublinhava ao mesmo tempo sua fragilidade humana, enquanto Servo Sofredor (Mc 8,31; 10,45; Is 53,10) e sua grandeza sobrenatural e gloriosa (Mc 8,38; 12,36; 14,62). Após a ressurreição14 a expressão filho do Homemfoi entendida em sentido messiânico (At 7,56; Ap 1,13).

FESTO
Foi procurador romano da Judéia depois de Félix (At 24,27) e morreu em 62 aC.

FENÍCIA
Região que abrange o monte Líbano e a zona litorânea desde o monte Carmelo. Seus habitantes dedicavam-se ao comércio e à navegação, fundando colônias em Chipre, Rodes, Sardenha, Sicília, França Meridional e norte da África. No tempo de Cristo a região pertencia à província romana da Síria. No AT é conhecida como Tiro e Sidônia; pertencia à Terra Prometida mas jamais foi anexada (Js 13,4-6). Jesus visitou a região (Mt 15,21) e Paulo a atravessou (At 15,3).


No AT a fé é raramente mencionada (cf. Hab 2,4 e nota). Mas crer é a atitude característica do homem perante Deus. Ela implica numa adesão da inteligência em reconhecer a Deus em todas as suas manifestações de amor e suas exigências para com o seu povo. A atitude de Abraão é o modelo da verdadeira fé que salva (Gl 3,6): ele jogou a sua vida, confiando na Palavra de Deus (Gn 12,1-2; 13,14-18; Ez 33,23-24; Eclo 44,19-21; Jo 8,56; Rm 4,1s; Hb 11,8-12). O Êxodo é o tempo da prova na fé (Ex 4,1-9; 33,1-6; Dt 1,45-46; 4,1-8; 6,20-25; 10,12-22). A fé inclui a esperança de um mundo melhor (Is 40,1–41,20; 43,1-21; 49,22-23). No NT acreditar é prestar fé à Palavra de Deus em Cristo (At 24,14; Lc 24,25-27); é obedecer a Deus (Hb 11,1s; Rm 1,5; 10,16s; 15,18; 16,19.26; 2Cor 5,5s); é confiar nele (Mc 11,22-24; At 3,16; 1Cor 13,2); é converter-se, aceitando o Evangelho (1Ts 1,8-9; Rm 10,17; 2Cor 5,18s; At 3,12-16). Jesus exige fé em sua pessoa (Jo 6,29-40). O coração da fé é a obra salvífica de Cristo, sobretudo a sua morte e ressurreição (1Cor 15,1-20; Rm 4,24; 10,9). Paulo coloca a fé em Cristo como indispensável para a salvação (Rm 1,16). Mas quando opõe fé a obras, fala das obras da Lei mosaica e não dos frutos da fé cristã (Rm 4,13-25; Gl 3,1s; Ef 2,8-10; Mt 7,16-27; Jo 15,1-3.6-8; Tg 2,16-26). Alguns textos de primitivas profissões de fé: Lc 24,34; 1Cor 15,3-5; 1Ts 4,4; 2Cor 5,15; Rm 4,25; 6,4.9; Fl 2,6-11. A Igreja é a depositária da fé: Mt 16,16-19; 18,17s; 28,20; Mc 16,15; Lc 22,31s; Jo 21,15-17; At 1,24s; 15,7s; 20,28; 1Cor 1,10; 1Tm 6,20s; 2Tm 4,2-5; Tt 3,10s; 2Jo 10.

FARAÓ
Título bíblico dos reis egípcios. Veja os nomes de alguns faraós na Tabela Cronológica da História Bíblica .

FILIPE
Há vários personagens bíblicos com este nome: 1. Filipe, rei da Macedônia, pai de Alexandre Magno (1Mc 1,1; 6,2); 2. Filipe III da Macedônia (1Mc 8,5), derrotado pelos romanos em 197 aC; 3. Filipe, amigo de Antíoco Epífanes (1Mc 6,14-63; 2Mc 9,29; 13,23); 4. Filipe, filho de Herodes o Grande e Cleópatra, tetrarca da Ituréia e Traconites (Lc 3,1), do ano 2 a 34 dC; ao morrer, sua tetrarquia passou ao controle da província romana da Síria; 5. Filipe, filho de Herodes com Mariamne II. Era casado com Herodíades, que o abandonou para viver com Herodes Antipas (Mt 14,3); 6. Filipe, um dos apóstolos, natural de Betsaida (Jo 1,43-46). É mencionado na multiplicação dos pães (6,5-7), como intermediário entre Jesus e alguns pagãos (12,21s) e num diálogo com Jesus (14,8-10); 7. Filipe, um dos sete diáconos (At 6,5s), pregador do evangelho (8,5-13.26-40), visitado por Paulo antes de ser preso em Jerusalém (21,9).

FILACTÉRIOS
Dt 6,4-9 e nota.

FESTA
Israel conhece várias festas religiosas: Festa da Lua Nova, que marcava o início do mês (1Sm 20,5-26; Ez 46,1-7; Nm 28,11-14; Ne 10,33-34; Gl 4,10; Cl 2,16-20). O dia festivo semanal era o Sábado (Ex 16,4-36; 20,8-11; Is 56,1-6; 58,13-14). A Festa dos Tabernáculos era celebrada em ação de graças pela colheita das azeitonas e das uvas (Jz 9,27; 21,19-24). Era chamada também festa da Colheitaou Festa(Ex 23,16; 34,22; Ne 8,14; Jo 7,11; cf. Lv 23,33-44 e nota; Dt 16,13-16; Lv 23,34-44); atinge em Cristo o seu significado pleno (Jo 7,37-39; 1Cor 10,4). A Festa das Semanas era celebrada após a colheita do trigo. É chamada das semanasporque se fazia sete semanas após a festa dos Ázimos (Nm 28,26). É conhecida também sob o nome de festa da Colheita(Ex 23,16) ou festa das Primíciasda colheita do trigo (34,22). Mais tarde recebeu o nome de Pentecostes (Tb 2,1; 2Mc 12,31s; At 2,1), porque se celebrava cinqüenta dias depois da oferta do primeiro feixe de espigas de cevada (Lv 23,9-14; Dt 26,1-11). Sendo de origem agrária, Pentecostes é uma festa alegre. Nela o israelita agradecia a Deus pela colheita do trigo, oferecendo-lhe as primícias (primeiros frutos) do que foi semeado nos campos (Ex 23,16; 34,22). Na época pós-exílica começou a ser celebrada nesta festa a promulgação da Lei de Moisés (Lv 23,15-21 e nota). Na festa de Pentecostes, após a morte de Jesus, a comunidade cristã, reunida no Cenáculo, recebeu o dom do Espírito Santo (At 2,14). Ver Páscoa, Sábado, Ázimos.

FÉLIX
Procurador romano da Judéia, de 52 a 60 dC; foi o segundo marido de Drusila, esposa do rei Agripa II (At 23,26).

FARISEUS
Partido religioso judaico, cujos membros se dedicavam ao estudo e observância da Lei mosaica e suas tradições, especialmente o sábado, a pureza ritual e os dízimos. Os precursores dos fariseus são os assideus do tempo dos Macabeus (cf. 1Mc 2,42 e nota). Sob João Hircano I começaram a fazer oposição à sua política filo-helenística e por ter usurpado o sumo sacerdócio. Os fariseus, embora defensores da teocracia, politicamente eram moderados frente ao domínio romano, se comparados à ferrenha oposição dos zelotes e ao apoio dado pelos saduceus. Comparados a estes últimos, os fariseus eram progressistas quanto às crenças religiosas: criam na existência dos anjos, na ressurreição e na imortalidade (Mt 22,23-33; At 23,6-10). Entre o povo gozavam de grande prestígio e liderança. Jesus condenava não a doutrina (Mt 23,3) mas a hipocrisia e soberba dos fariseus (Mt 23,13-36) que os levava a desprezar a massa ignorante(Lc 18,9-14). Ver Essênios.

FAMÍLIA
Ver Esposo.

FACE
Muitas vezes o termo designa o próprio Deus, enquanto se volta ou se relaciona com o homem. Contemplar a faceé ser admitido à presença de Deus; ver a face de Deusé algo perigoso para o homem (Ex 33,20-23). O homem pede que Deus não lhe esconda a sua face (Sl 27,8s), mas lhe mostre uma face compassiva (Nm 6,25).

FINÉIAS
Sacerdote da família de Aarão. Por ter-se mostrado zeloso pela pureza religiosa e racial de Israel nos campos de Moab (cf. Nm 25,8 e nota), recebeu a garantia de um sacerdócio permanente para seus descendentes.

FIRMAMENTO
O céu era imaginado como uma abóbada consistente, na qual Deus pendurou as luminárias (sol, lua e estrelas: Gn 1,14-18). Ver Céu.

FOGO
O fogo é símbolo da majestade e da força divina (Dt 4,24; Is 33,14; Sf 1,18). Deus apareceu a Moisés na sarça ardente (Ex 3,2), manifestou-se como fogo no Sinai (19,18). O fogo purifica e limpa o impuro (Lv 1,9; 10,2; Nm 11,1-3; Is 1,25; 6,7; Mt 7,19; 13,40-42; Jo 15,6). Por isso a ira divina é representada pelo fogo que pune os maus (Gn 19,24s; Sl 50,3; Mc 9,49). Jesus compara a punição definitiva dos maus com o fogo que não se apaga (Mt 18,8; 25,41); mas também a virtude renovadora do Espírito Santo é um batismo de fogo"(Mt 3,11; At 2,3).

FORNICAÇÃO
Ver Adultério.

FORTALEZA
A nossa força vem de Deus (Dt 8,17; 32,27; Jr 9,22; 1Sm 14,6; Ez 30,6; Lv 26,19; Am 6,13; Jz 7,2; At 6,8s; Rm 8,31; 1Cor 16,13; Ef 6,10; Fl 4,13; 1Jo 2,14). Só ele é onipotente. Manifestou o seu poder na criação e na libertação do Egito (Sl 74,13-14; Jó 25,1-6; 26,5-14; Jr 27,5; Sl 106,7-12; Ex 15). No combate escatológico, Deus manifesta a sua força (Hb 3; Ap 20,9-13; Is 51,9-11; Jr 50,33s). Manifesta-se ao realizar a obra da salvação, ressuscitando a Cristo (Lc 1,37; Mt 19,26; Ef 3,20-22; At 5,29-31). Cristo recebeu plenos poderes (Mt 28,18). Os apóstolos devem também ser revestidos da força do Alto (At 1,8; Lc 24,49).

FRUTOS
Ver Boas Obras.

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